Aos 14 anos, comecei a desenhar nus femininos. O gesto inicial, quase intuitivo, transformou-se em permanência.
Sem formação e experiência acadêmica em arte, construo meu trabalho de forma autodidata, pesquisando esculturas e artistas que também tomaram o corpo feminino como campo de estudo — entre eles, Edgar Degas.
Meus desenhos nascem da observação do íntimo, da repetição e do silêncio do papel.