Com 40 anos de estrada dedicados à exploração estética, minha trajetória como artista autodidata é marcada pela constante evolução técnica e pela sensibilidade em transformar o bruto em belo. Ao longo das décadas, dominei diversas ferramentas e aprimorei variadas técnicas para um único propósito: lapidar o descarte e as formas da natureza até que o olhar crítico encontre a arte.
Meu trabalho reside na fronteira entre a rusticidade e a sofisticação. Busco o que poucos conseguem enxergar — a alma oculta em materiais esquecidos e nas linhas orgânicas do meio ambiente. Cada peça é um convite à pausa, uma prova de que a beleza autêntica não precisa de artifícios, mas de um olhar treinado que valoriza a história e a textura do essencial.
Através de uma prática artística resiliente e autêntica, sigo ressignificando o que o mundo ignora, elevando o rústico ao patamar da arte contemplativa.