Karine de Souza, Nova Iguaçu, 2000. Iniciou sua produção artística de forma autodidata em 2019. Sua prática transita entre fotografia, colagem, bordado e técnicas mistas, articulando memória, território e pertencimento para tensionar os apagamentos produzidos pelas violências coloniais e afirmar outras formas de narrar experiências negras e periféricas.